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Copiar ou recodificar a live? Como escolher por plataforma
Copie quando o mesmo H.264, resolução, FPS e bitrate servem para todas as plataformas. Recodifique apenas o destino que exige outro limite ou formato.
Guias Corneta
Upload, bitrate, encoder, resolução e carga da máquina.
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Copie quando o mesmo H.264, resolução, FPS e bitrate servem para todas as plataformas. Recodifique apenas o destino que exige outro limite ou formato.
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Use 720p30 para estabilidade e conteúdo de pouco movimento, 720p60 para movimento com banda limitada e 1080p60 quando texto, detalhe, upload e encoder aguentam. A melhor configuração é a que fica estável na cena mais pesada.
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“Dropped frames” costuma apontar para rede, mas o OBS também mede atraso de renderização e de codificação. Abra Estatísticas e corrija o contador que realmente subiu.
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Primeiro limite o FPS do jogo e copie o sinal compatível em vez de recodificar. Se ainda houver atraso, simplifique cenas, reduza saídas recodificadas e passe de 60 para 30 FPS antes de mexer na resolução base do OBS.
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Comece pelo encoder de hardware disponível: NVENC na NVIDIA, QSV na Intel ou AMF na AMD. Use x264 quando não houver hardware compatível ou quando a CPU tiver folga comprovada.
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Live travando pode ser rede, renderização ou encoder. Veja qual contador subiu antes de baixar qualidade ou reiniciar tudo — cada causa pede uma correção diferente.
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Não existe um bitrate perfeito para as três plataformas. Em H.264, 1080p60 pede 6 Mbps na Twitch, 12 Mbps recomendados no YouTube e até 8 Mbps na Kick; use o menor perfil comum ou recodifique só os destinos que precisam.
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No multistream local, some o bitrate de vídeo e áudio de todas as saídas. Como ponto de partida, procure uma conexão estável entre 1,5 e 2 vezes esse total.
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RTMP é o protocolo que carrega a live até um servidor de ingestão; a stream key identifica seu canal. Bitrate mede dados por segundo, keyframe reinicia uma imagem completa e transcode cria outra versão do vídeo.